Angra dos Reis vive fim de semana de folia com blocos espalhados por toda a cidade
- Marcus Modesto
- 16 de fev.
- 2 min de leitura
O fim de semana de Carnaval transformou Angra dos Reis em um mosaico de cores, ritmos e encontros. Do continente à Ilha Grande, a cidade foi ocupada por blocos que arrastaram multidões e reforçaram a tradição do maior carnaval de rua do interior fluminense.
A programação começou na Japuíba com o Bloco LGBTQIA+, marcando o tom inclusivo da festa. No Camorim, o Unidos do Camorim levou música e animação à Rua da Pedreira. Já no Centro, o Bloco da Lua reuniu famílias na Praça Zumbi dos Palmares, com espaço garantido para as crianças curtirem a folia.
No Bonfim, o irreverente Acadêmicos das Rolas e das Piriquitas Cansadas do Bonfim garantiu descontração e arrancou risadas do público. A tradição também marcou presença com o Bloco do Reizinho Mirim, na Rua das Palmeiras, mantendo viva a essência do carnaval voltado para os pequenos foliões.
O Morro do Carmo entrou no circuito com o Bloco das Piranhas Loucas do Carmo e o Unidos da Portelinha, enquanto a Praça General Osório concentrou centenas de pessoas com o Me Conecta Que Eu Vou e o Acadêmicos do Caravelas.
A festa ultrapassou o continente e chegou à Ilha Grande, onde os blocos Vó Nina e Parei de Beber e Não de Mentir animaram moradores e turistas. No bairro Belém, o Unidos da Paz levou seu cortejo às ruas, enquanto no Centro a programação seguiu com Malhação da Fortaleza, Ki Merda é Essa?!! e Bloco da Jaqueira. O tradicional Bloco do Encruzo tomou conta do Encruzo da Enseada, e a Praia do Anil vibrou com o Tôa Tôa, em frente ao Monumento dos Três Reis Magos.
Com reforço na segurança, apoio logístico e equipes de limpeza atuando durante toda a programação, a estrutura garantiu tranquilidade aos foliões. Para a secretária de Cultura e Patrimônio, Marlene Ponciano, o resultado confirma o compromisso com uma festa plural.
“O fim de semana mostrou a força das nossas comunidades e a capacidade de organizar um carnaval democrático e seguro. É gratificante ver a cidade ocupada de forma tão positiva”, destacou.
Com blocos em diferentes bairros e forte participação popular, Angra reafirma sua vocação para um Carnaval descentralizado, vibrante e cada vez mais consolidado no calendário cultural do estado.
Foto divulgação




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