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Bolsa sobe quase 3% e atinge maior nível desde dezembro; dólar tem nona queda seguida

  • Foto do escritor: Marcus Modesto
    Marcus Modesto
  • 31 de jan. de 2025
  • 2 min de leitura

Economia:

Num dia positivo para os ativos brasileiros, o Ibovespa registrou forte alta de 2,82%, encerrando a quinta-feira (30) aos 126.913 pontos, seu maior patamar desde 11 de dezembro. O desempenho foi impulsionado por ações do setor de consumo, beneficiadas pelo cenário de incerteza sobre os próximos passos do Banco Central (BC) em relação à Taxa Selic.


O comunicado do Comitê de Política Monetária (Copom) não trouxe sinalizações claras sobre o rumo dos juros básicos da economia após a reunião de março. Isso gerou expectativas de que o BC possa reduzir o ritmo de cortes na Selic, o que favoreceu a bolsa de valores. Taxas mais baixas tendem a estimular a migração de recursos da renda fixa para o mercado acionário.


Dólar cai pelo nono dia seguido e chega ao menor valor em dois meses


No mercado de câmbio, o dólar comercial teve mais um dia de queda, encerrando o pregão vendido a R$ 5,852, com recuo de 0,24%. A moeda chegou a atingir R$ 5,93 pela manhã, mas inverteu o movimento ao longo do dia, acumulando uma desvalorização de 5,27% em janeiro.


Diferentemente dos últimos pregões, as movimentações no mercado financeiro não foram impactadas por notícias do governo norte-americano. Embora o presidente dos EUA tenha reafirmado sua intenção de impor uma tarifa de 25% sobre importações do México e do Canadá, a medida não teve grande repercussão no Brasil.


Outro fator que ajudou a melhorar o humor do mercado foi a divulgação do déficit primário de 2024, que ficou em R$ 43 bilhões, abaixo da previsão oficial de R$ 55,4 bilhões, segundo a pesquisa Prisma Fiscal, do Ministério da Fazenda. O resultado melhor que o esperado reforçou a percepção de maior controle sobre as contas públicas, o que pode influenciar as decisões futuras do Banco Central sobre os juros.




 
 
 

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