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Calamidade pública é decretada após chuva histórica em Rio das Ostras

  • Foto do escritor: Marcus Modesto
    Marcus Modesto
  • há 5 dias
  • 2 min de leitura

A Prefeitura de Rio das Ostras decretou estado de calamidade pública depois do temporal que atingiu o município na última quinta-feira (26). A chuva intensa provocou alagamentos em diversos bairros, deixou famílias fora de casa e causou prejuízos materiais significativos.


De acordo com a administração municipal, o volume chegou a 140 milímetros em apenas uma hora — índice considerado excepcional. No acumulado de 24 horas, foram registrados 190 milímetros no bairro Bosque da Praia, uma das regiões mais afetadas.


Famílias desabrigadas e bairros alagados


Dados da Defesa Civil apontam que 37 pessoas ficaram desabrigadas e mais de 70 famílias estão desalojadas, dependendo de apoio público e abrigamento temporário. Em várias localidades, a água invadiu residências, danificando móveis, eletrodomésticos e objetos pessoais.


Moradores relataram dificuldades para sair de casa, já que ruas ficaram intransitáveis e acessos foram bloqueados. O cenário exigiu resposta rápida das equipes municipais, que atuaram no resgate de famílias e na redução de riscos.


Decreto permite ações emergenciais


Com a calamidade reconhecida, o município poderá executar obras emergenciais sem necessidade de licitação, desde que concluídas no prazo de até 180 dias. A medida amplia a capacidade operacional da prefeitura e agiliza a liberação de recursos para enfrentamento da crise.


A cidade também recebeu apoio do Exército Brasileiro, que disponibilizou caminhões e militares para auxiliar no transporte de moradores em áreas de risco e no suporte logístico às ações emergenciais.


Limpeza e recuperação


Equipes seguem mobilizadas na limpeza urbana, retirada de entulho e reorganização das áreas atingidas. A prioridade é restabelecer a normalidade e evitar novos transtornos caso ocorram mais chuvas.


O atendimento social às famílias desalojadas foi reforçado, com suporte emergencial enquanto a prefeitura mantém monitoramento constante das condições climáticas e das áreas consideradas vulneráveis.



 
 
 

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