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Casos graves de Covid-19 estão estáveis no Brasil às vésperas do Carnaval, mas especialistas alertam para riscos

  • Foto do escritor: Marcus Modesto
    Marcus Modesto
  • 27 de fev.
  • 2 min de leitura

Às vésperas do Carnaval, nenhum estado brasileiro apresenta alta incidência de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) causada pela Covid-19, segundo o boletim Infogripe da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Estados que vinham registrando aumento da doença entre idosos, como Amazonas, Roraima, Rondônia, Pará, Maranhão, Sergipe e Mato Grosso, agora mostram estabilidade ou oscilação.


Apesar da melhora no cenário, a Fiocruz alerta que a aglomeração de pessoas durante o Carnaval pode favorecer a transmissão de vírus respiratórios. Especialistas recomendam que pessoas com sintomas gripais, como coriza, tosse ou febre, evitem participar de festas e procurem atendimento médico caso os sintomas se agravem. A precaução deve ser mantida também no período pós-folia.


Outro ponto reforçado pelos especialistas é a importância da vacinação contra a Covid-19, especialmente para grupos de risco, como idosos, gestantes, pessoas com deficiência ou comorbidades. Crianças entre 6 meses e 5 anos devem seguir o esquema vacinal básico, enquanto os demais grupos vulneráveis necessitam de reforços periódicos.


Aumento de casos em crianças preocupa especialistas


O boletim também aponta um crescimento nos casos de SRAG entre crianças e adolescentes após o retorno às aulas. Atualmente, sete estados registram essa tendência: Acre, Pará, Roraima, Tocantins, Sergipe, Goiás e Distrito Federal.


Em Goiás e no DF, a maioria dos casos foi causada pelo Vírus Sincicial Respiratório (VSR), que pode evoluir para quadros graves, principalmente em crianças menores de 2 anos. Nos demais estados, ainda não há dados suficientes para identificar o agente causador.


Além disso, nove estados apresentam baixa incidência de SRAG em crianças e adolescentes, mas com tendência de crescimento: Minas Gerais, São Paulo, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Paraná, Mato Grosso do Sul, Bahia, Ceará e Paraíba.


No Brasil, entre os casos recentes com diagnóstico positivo para vírus respiratórios, 45,3% foram causados por Covid-19, 21,2% por rinovírus e 19,3% por VSR.


Até o dia 22 de fevereiro, o país registrou aproximadamente 13,5 mil casos de SRAG, sendo 2,2 mil confirmados para Covid-19. A complicação respiratória já causou 1.194 mortes neste ano, das quais 466 foram associadas ao coronavírus, representando 80,9% dos óbitos por vírus respiratórios.


Diante desse cenário, autoridades de saúde reforçam a importância da vacinação, do monitoramento de sintomas e de medidas preventivas para evitar a disseminação de vírus respiratórios, especialmente entre crianças e idosos.


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