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Cláudio Castro Cobra Medidas Mais Rigorosas do Governo Federal no Combate ao Tráfico de Armas

  • Foto do escritor: Marcus Modesto
    Marcus Modesto
  • 4 de fev. de 2025
  • 2 min de leitura

O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), fez um alerta grave sobre a crescente entrada de armas ilegais no Brasil e cobrou ações mais rígidas do governo federal para enfrentar o tráfico internacional de armamentos. Em um vídeo divulgado nas redes sociais, onde aparece em frente a um depósito repleto de fuzis apreendidos, Castro destacou um número alarmante: em 2024, o estado do Rio já havia recolhido 732 fuzis, sendo que nenhuma dessas armas foi fabricada no Brasil.


O governador apontou que essas armas ilegais têm origem em países como Rússia, Estados Unidos, Bélgica e Argentina. Após atravessarem oceanos, elas chegam a países vizinhos como Colômbia, Bolívia e Paraguai, onde perdem o rastreamento antes de cruzar as fronteiras brasileiras. Uma vez em território nacional, elas são usadas por facções criminosas, colocando em risco a segurança pública e a vida de cidadãos e policiais.


“Nenhuma dessas armas aqui foi produzida. O Rio de Janeiro não produz armas. Mais de 732 fuzis foram apreendidos. São dois por dia, no Rio de Janeiro. Esse arsenal de guerra coloca em risco a vida do cidadão e dos nossos policiais todos os dias”, afirmou Cláudio Castro em sua declaração, ressaltando o impacto devastador do armamento pesado nas operações de segurança pública.


O governador defendeu que o combate ao crime organizado não pode ser responsabilidade apenas das polícias Militar e Civil. Para ele, o governo federal precisa intensificar o combate ao tráfico de armas, adotando medidas mais rigorosas, como o fechamento das fronteiras para a entrada de armamentos ilegais e a imposição de sanções aos países que facilitam esse comércio.


“Só com fronteiras seguras é possível enfrentar o crime organizado e interromper o fluxo de armas. O que é comércio para eles é morte e guerra para todos nós. Quando um criminoso aponta uma arma para o policial, está apontando para toda a sociedade”, destacou Castro.


A apreensão de fuzis no Rio de Janeiro tem se intensificado ao longo dos anos. Desde a primeira apreensão em 1989, o número de armas apreendidas aumentou significativamente. Em 2023, foram confiscados 732 fuzis, um aumento de 20% em relação ao ano anterior. Com base nesse cenário, Cláudio Castro reafirmou a necessidade urgente de mais patrulhamento nas fronteiras e de políticas mais severas contra os países que não rastreiam as armas que exportam, visando cortar o fornecimento de armamentos que abastecem o crime organizado no Brasil.




 
 
 

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