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Criança de 3 anos é abandonada em Volta Redonda enquanto mãe e padrasto estavam em motel

  • Foto do escritor: Marcus Modesto
    Marcus Modesto
  • 9 de jan.
  • 2 min de leitura

Um caso de abandono infantil chocou Volta Redonda nesta quinta-feira (8) e terminou com a prisão da mãe, de 35 anos, e do padrasto, de 38, acusados de deixar sozinha uma criança de apenas 3 anos. A menina foi encontrada no bairro Retiro, em condições que evidenciam negligência grave, enquanto o casal estava em um motel localizado na divisa entre Volta Redonda e Barra Mansa.


A criança foi localizada na noite anterior por uma funcionária de um posto de combustíveis próximo ao local onde a família estaria morando. A menina chorava, estava suja de fezes e urina e apresentava claros sinais de abandono. Diante da situação, a funcionária prestou os primeiros cuidados, deu banho, alimentou a criança e acionou imediatamente o Conselho Tutelar.


A ocorrência mobilizou uma ação conjunta entre a Guarda Municipal de Volta Redonda, por meio da Patrulha de Proteção à Criança e ao Adolescente, o Conselho Tutelar e a Delegacia de Atendimento Especializado à Mulher (Deam). As buscas pelos responsáveis começaram ainda na noite de quarta-feira e foram intensificadas após a ampla repercussão do caso em redes sociais e grupos de WhatsApp.


Após diligências contínuas, mãe e padrasto foram localizados nesta quinta-feira em um motel na divisa dos dois municípios. Segundo os agentes, ambos apresentavam comportamento confuso no momento da abordagem, levantando suspeitas de estarem sob efeito de entorpecentes. Durante o atendimento, o casal passou a trocar acusações sobre a responsabilidade pelo abandono da criança.


Os dois foram encaminhados à Deam, onde permaneceram presos pelo crime de abandono de incapaz. O secretário municipal de Ordem Pública, coronel Henrique, destacou que a resposta rápida e integrada foi fundamental para garantir a proteção da criança e a responsabilização dos envolvidos.


A menina foi encaminhada para acolhimento institucional, onde ficará sob os cuidados do município até que a Justiça decida sobre seu futuro. O caso segue sob investigação da Polícia Civil e reforça o alerta para a gravidade da negligência infantil e a necessidade de vigilância constante na proteção dos direitos das crianças.

Fotóforo Semop


 
 
 

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