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Denúncia questiona uso de doações arrecadadas em nome do pastor Nicodemos Loureiro pela CADEVRE

  • Foto do escritor: Marcus Modesto
    Marcus Modesto
  • 14 de jan.
  • 2 min de leitura

Uma denúncia grave envolvendo a arrecadação de recursos financeiros em nome do falecido pastor Nicodemos José Loureiro veio a público e cobra explicações da liderança da CADEVRE e, em especial, do pastor Rinaldo. Segundo o relato, valores teriam sido solicitados junto a congregações da igreja com a justificativa de custear despesas judiciais relacionadas a um processo movido pelo pastor Onésimo, que acabou sendo derrotado em diferentes instâncias da Justiça.


De acordo com a denúncia, mesmo após a derrota judicial, a arrecadação teria continuado. A estratégia, ainda segundo o denunciante, incluiu recursos ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) e, posteriormente, ao Supremo Tribunal Federal (STF) — ambos sem êxito. O ponto central do questionamento, no entanto, permanece sem resposta: qual foi o destino do dinheiro arrecadado junto às congregações?


O denunciante afirma que os valores teriam “sumido” em mais de uma ocasião, sem prestação de contas clara à igreja e aos fiéis que contribuíram financeiramente. A cobrança pública é por transparência, explicações formais e, sobretudo, respeito à memória do pastor Nicodemos José Loureiro, cujo nome teria sido utilizado para sensibilizar fiéis e viabilizar as arrecadações.


O relato também menciona um episódio ocorrido em Volta Redonda, no qual o pastor Rinaldo, acompanhado de Fernando Martins, citado como filho do ex-deputado Edson Albertassi, teria ouvido acusações graves contra o pastor Nicodemos, incluindo a alegação da existência de um suposto dossiê que o apontaria como responsável por desvios de recursos da CADEVRE. Segundo a denúncia, tais acusações não teriam sido repreendidas naquele momento.


A família e pessoas ligadas à administração da igreja à época rechaçam veementemente qualquer insinuação de irregularidade. São citados como testemunhas da conduta íntegra da gestão os pastores Diomar Firmino da Silva (in memoriam) e José Francisco Solano, este último ainda vivo, apontado como alguém que pode confirmar que não houve desvio de recursos naquele período.


Além disso, o denunciante afirma estar sendo alvo de perseguição, ameaças e tentativas de desmoralização, incluindo a criação de perfis falsos em redes sociais, supostamente por integrantes ou funcionários ligados à CADEVRE. Tais práticas, se confirmadas, configurariam condutas graves e passíveis de investigação.


Diante das acusações, permanece uma pergunta central, reiterada ao longo da denúncia e direcionada à liderança da igreja:


Onde foi parar o dinheiro arrecadado em nome do pastor Nicodemos José Loureiro?


Até o momento, não há registro de esclarecimento público detalhado ou prestação de contas que responda a esse questionamento. O caso reforça a necessidade de transparência na gestão de recursos religiosos e respeito à memória de líderes que marcaram a história da igreja em Volta Redonda.


A reportagem deixa o espaço aberto para que os citados se manifestem e apresentem suas versões dos fatos.

Foto Arquivo

Pastor Nicodemos José Loureiro

 
 
 

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