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Enquanto Furlani brinca de ser prefeito, Barra Mansa ignora reunião crucial sobre dívida de R$ 2 bilhões

  • Foto do escritor: Marcus Modesto
    Marcus Modesto
  • 9 de jun. de 2025
  • 1 min de leitura

Enquanto prefeitos de 18 municípios fluminenses se reuniram nesta segunda-feira (9), no plenário Teotônio Vilela, no Rio de Janeiro, para discutir a PEC 066/2023 — que pode aliviar as dívidas dos regimes próprios de previdência —, Barra Mansa simplesmente não apareceu. E pior: a ausência do prefeito Luiz Furlani, que deveria estar à frente desse debate, revela o desprezo da atual gestão por um dos temas mais urgentes do município.


A proposta discutida abre possibilidade de parcelamento das dívidas previdenciárias em até 300 meses e pode gerar uma economia anual de R$ 1,9 bilhão apenas no estado. Para Barra Mansa, que enfrenta um rombo previdenciário estimado em mais de R$ 2 bilhões, o tema deveria ser prioridade absoluta. No entanto, enquanto outras cidades se articulam para buscar soluções, Furlani parece mais preocupado em brincar de ser prefeito do que em governar de fato.


Cidades como Barra do Piraí, Angra dos Reis, Vassouras, Piraí, Quissamã e São Fidélis, algumas com realidades fiscais menos graves que a de Barra Mansa, fizeram questão de enviar representantes. Já Furlani, mesmo liderando uma cidade afundada em dívidas, segue omisso e distante dos fóruns que importam.


A ausência na reunião não é apenas um erro político — é um gesto de irresponsabilidade com os servidores, aposentados e toda a população que depende de uma gestão séria das contas públicas. Enquanto Luiz Furlani faz de conta que governa, a cidade acumula dívidas, perde oportunidades e se distancia cada vez mais da recuperação fiscal.


Barra Mansa precisa de um prefeito que enfrente os problemas de frente, não de alguém que trate o cargo como um palco de vaidades.



 
 
 

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