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Falta d’água na Colônia já dura três dias e moradores enfrentam abandono do SAAE

  • Foto do escritor: Marcus Modesto
    Marcus Modesto
  • 8 de jun. de 2025
  • 2 min de leitura

Mesmo com as contas em dia, mais de 200 famílias do condomínio Ouro Verde seguem sem abastecimento regular; idosos carregam baldes por escadas enquanto o SAAE oferece apenas paliativos.


Pra quem mora na Colônia, mais especificamente no condomínio Ouro Verde, o fim de semana foi marcado por frustração, e a semana já começou ainda pior. Desde quarta feira (4), os moradores estão completamente sem água nas torneiras. Três dias depois, o problema persiste, e o Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE) de Barra Mansa segue oferecendo paliativos que não resolvem a situação.


Na tarde de sábado , quatro caminhões-pipa foram enviados ao local. Mas o número é insuficiente: são mais de 200 apartamentos no condomínio, o que representa mais de 200 famílias. A água dos caminhões não chega às caixas d’água dos blocos, obrigando os moradores a descer até o portão com baldes e subir de volta com o peso nos braços.


A realidade é ainda mais cruel para quem vive nos andares mais altos, especialmente idosos, pessoas com problemas de saúde ou mobilidade reduzida. “Imagina carregar baldes até o 4º andar, todos os dias, para tudo — tomar banho, lavar louça, dar água para crianças”, relata uma moradora, indignada.


Apesar da interrupção no abastecimento, as contas estão pagas — e o sentimento geral é de revolta com o abandono. A população exige respeito e solução. Caminhão-pipa não resolve. A falta d’água escancara a ineficiência de um serviço público essencial, cuja falha compromete a dignidade de centenas de famílias.


O SAAE deve explicações. A população não pode ser tratada com improvisos e silêncio. O que está acontecendo no Ouro Verde não é um problema pontual — é o reflexo de uma gestão que trata crises estruturais com remendos emergenciais.



 
 
 

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