Força Delta dos EUA invade a Venezuela e captura Nicolás Maduro
- Marcus Modesto
- 3 de jan.
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Em uma operação militar dramática na madrugada deste sábado (3), os Estados Unidos realizaram uma ofensiva em território venezuelano que resultou na captura do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e de sua esposa, informou o governo americano e veículos de imprensa internacionais.
O presidente dos EUA, Donald Trump, confirmou em uma publicação nas redes sociais que as forças norte-americanas realizaram um “ataque de grande escala” contra alvos em Caracas e outras regiões da Venezuela, durante o qual tropas da elite militar conhecida como Delta Force — unidade de operações especiais do Exército dos Estados Unidos — teriam capturado Maduro e sua esposa e os evacuado do país por via aérea.
Fontes militares citadas pela imprensa afirmam que a Delta Force, unidade altamente treinada para missões de alto risco, teria liderado a incursão que culminou na detenção do líder venezuelano nas primeiras horas do dia.
Explosões em Caracas e reação venezuelana
Testemunhas e vídeos compartilhados nas redes sociais mostram explosões e helicópteros operando sobre a capital Caracas durante a madrugada, enquanto diversas partes da cidade registraram interrupções no fornecimento de energia e intenso movimento militar.
O governo venezuelano, por meio da vice-presidente Delcy Rodríguez, afirmou que as autoridades não têm informações sobre o paradeiro de Maduro ou de sua esposa e exigiu “provas imediatas de vida” do casal. A administração chavista classificou a ação americana como uma violação da soberania nacional e um ato de agressão militar.
Repercussão internacional imediata
A ofensiva dos Estados Unidos provocou uma série de reações no cenário global. Aliados da Venezuela condenaram a operação, chamando-a de ataque ilegal, enquanto líderes de outras nações pediram debates emergenciais em fóruns internacionais sobre a legalidade e as consequências da intervenção.
Especialistas alertam que a captura de um chefe de Estado no exterior por forças militares de outro país representa uma escalada significativa nas tensões entre Washington e Caracas, com possíveis impactos duradouros nas relações diplomáticas e na estabilidade regional.





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