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Gilberto Gil abre Réveillon de Copacabana com emoção, memória e celebração da música brasileira

  • Foto do escritor: Marcus Modesto
    Marcus Modesto
  • 31 de dez.
  • 2 min de leitura

O Réveillon de Copacabana começou em clima de emoção e reverência à música brasileira. Coube a Gilberto Gil a abertura dos shows do Palco Rio, na noite desta quarta-feira (31), dando início oficial à contagem regressiva para a chegada de 2026 na orla mais famosa do país.


Pontualmente às 20h, vestido de branco, o artista foi recebido com aplausos por um público já numeroso na areia e no calçadão. Logo na abertura, Gil interpretou Palco e, em seguida, Tempo Rei, imprimindo um tom reflexivo e esperançoso às horas que antecederam a virada do ano.


Na primeira interação com a plateia, o cantor desejou um ano novo de paz e alegria, resposta prontamente retribuída por uma multidão entusiasmada. A conexão ficou ainda mais evidente quando Domingo no Parque foi cantada em coro, com milhares de vozes acompanhando cada verso e celulares erguidos para registrar o momento.


Um dos instantes mais marcantes da apresentação foi a homenagem de Chico Buarque. Um vídeo exibido nos telões relembrou o início da amizade entre os dois artistas e destacou a parceria construída ao longo de décadas, incluindo Cálice, composição escrita durante a ditadura militar e censurada à época. O depoimento emocionou o público e reforçou o peso histórico do encontro entre dois ícones da música popular brasileira.


Após a homenagem, Gil retomou o show com Não Chore Mais e Vamos Fugir, uma das músicas mais vibrantes do repertório. Durante a canção, o artista percorreu a passarela do palco, aproximando-se ainda mais do público e ampliando o clima de celebração na praia. A Novidade manteve a animação elevada e consolidou o tom festivo da abertura.


Gilberto Gil foi o primeiro artista a se apresentar no Palco Rio, montado em Copacabana, onde são esperadas cerca de 2,5 milhões de pessoas para a virada de 2026. A apresentação marcou não apenas o início da maior festa de ano novo do país, mas também um encontro simbólico entre música, memória e celebração coletiva à beira-mar.



 
 
 

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