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Governo do RJ monitora chuvas em tempo real e mantém equipes de prontidão

  • Foto do escritor: Marcus Modesto
    Marcus Modesto
  • 18 de dez. de 2025
  • 2 min de leitura

O Governo do Estado do Rio de Janeiro segue em alerta máximo diante das chuvas que atingem todo o território fluminense desde ontem. O monitoramento é feito em tempo real pelo Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), com base em dados meteorológicos, hidrológicos e geológicos. O Mapa de Risco da Defesa Civil aponta perigo geológico alto em municípios do Noroeste Fluminense, como Santo Antônio de Pádua e Aperibé.


— Estamos acompanhando a situação minuto a minuto. O Estado está mobilizado, com todas as áreas trabalhando de forma integrada para proteger vidas, apoiar os municípios e agir rapidamente onde houver risco. Nosso foco absoluto é a segurança da população — afirmou o governador Cláudio Castro.


Buscas e atendimento de ocorrências


As buscas por um homem desaparecido em Petrópolis foram retomadas na manhã desta quinta-feira (18/12). Segundo o Cemaden-RJ (Centro Estadual de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais do Rio de Janeiro), o solo na Região Serrana continua instável, exigindo atenção redobrada das equipes de resgate. Desde quarta-feira (17/12), o Corpo de Bombeiros atendeu cerca de 40 ocorrências relacionadas às chuvas em todo o estado, principalmente quedas de árvores, acidentes de trânsito e salvamentos de pessoas.


O volume de chuva registrado nas últimas 24 horas reforça o estado de atenção: Petrópolis acumulou 121,6 mm, seguida por Duque de Caxias (102,6 mm), Magé (82,8 mm), Teresópolis (71,0 mm) e Guapimirim (56,7 mm). O Monitoramento do Risco Hidrológico da Defesa Civil indica grande parte do estado em nível alto de atenção, orientando ações das equipes em campo e alertas à população.


Comitê de Chuvas em ação


Desde a madrugada, o Comitê Estadual de Chuvas permanece ativo, reunindo Defesa Civil, Corpo de Bombeiros, Polícia Militar, Inea e demais órgãos. As equipes prestam apoio direto aos municípios com resgates, vistorias técnicas, desobstrução de vias e monitoramento de áreas de encosta e alagamento.


Na Baixada Fluminense, bombas de drenagem funcionam continuamente nos pólderes do Outeiro e do Pilar, enquanto máquinas do programa Limpa Rio realizam ações emergenciais em Duque de Caxias, Belford Roxo, Mesquita, Nilópolis e Itaguaí.


Em Petrópolis, cerca de 40 profissionais do Inea atuam no túnel extravasor, com retroescavadeiras, escavadeiras hidráulicas e caminhões. O Limpa Rio conta com sete frentes de trabalho na cidade e já retirou mais de 38 mil metros cúbicos de sedimentos de rios e córregos em 2025.


A Defesa Civil reforça que moradores evitem áreas de risco, fiquem atentos aos alertas enviados por SMS e aplicativos oficiais e sigam as orientações das autoridades. Em caso de emergência, a população deve acionar o telefone 193.

Foto Marcus Modesto


 
 
 

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