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Greve dos professores continua em Barra Mansa e escancara descaso da gestão Furlani com a educação

  • Foto do escritor: Marcus Modesto
    Marcus Modesto
  • 12 de jun. de 2025
  • 2 min de leitura

BARRA MANSA – A greve dos profissionais da educação da rede municipal segue firme em Barra Mansa, mesmo diante das tentativas da Prefeitura de minimizar os impactos da paralisação mantendo parte das escolas abertas com professores contratados. A medida não altera o quadro de insatisfação generalizada da categoria, que cobra valorização salarial, melhores condições de trabalho e respeito ao plano de carreira.


Em assembleia realizada na terça-feira (11), o SEPE (Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação) aprovou a continuidade da greve e anunciou novas ações. Nesta quarta-feira (12), os profissionais realizam duas mobilizações: às 9h, haverá panfletagem no bairro Vista Alegre, com concentração em frente ao Colégio Padre Anchieta; às 14h, a atividade será na Vila Nova, no calçadão em frente à Escola Estadual Iracema Leite Nader.


O sindicato também informou que ingressará na Justiça para cobrar respostas da Prefeitura às reivindicações feitas desde o início do movimento. A ação não está relacionada ao funcionamento parcial das escolas, mas à falta de diálogo e de encaminhamento das pautas apresentadas, além do que o SEPE classifica como inércia e negligência por parte da gestão do prefeito Luiz Furlani.


Enquanto o governo se mantém em silêncio, a greve revela o abismo entre o discurso institucional e a realidade vivida dentro das salas de aula. A substituição pontual de profissionais grevistas por contratados não resolve os problemas centrais — apenas tenta disfarçar o desgaste político da administração diante de uma categoria que já não aceita promessas vazias.


A insistência do prefeito Furlani em ignorar os professores e apostar no desgaste da mobilização apenas amplia o clima de insatisfação e fragiliza ainda mais a imagem de uma gestão que se mostra incapaz de liderar com responsabilidade um dos setores mais essenciais da administração pública: a educação.



 
 
 

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