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Jornalismo esportivo perde Paulo Soares, o “Amigão”, aos 63 anos

  • Foto do escritor: Marcus Modesto
    Marcus Modesto
  • 29 de set. de 2025
  • 1 min de leitura

O jornalismo esportivo brasileiro amanheceu mais silencioso nesta segunda-feira (29). Morreu, aos 63 anos, o apresentador e narrador Paulo Soares, conhecido carinhosamente pelo público como “Amigão”. A causa da morte não foi divulgada pela família.


Com mais de quatro décadas dedicadas à comunicação, Paulo se tornou um dos rostos mais conhecidos da ESPN Brasil, onde formou uma das duplas mais queridas da televisão ao lado de Antero Greco, falecido em maio de 2023. Juntos, transformaram o SportsCenter em referência, unindo informação, humor e leveza.


A trajetória de Paulo Soares começou cedo: aos 15 anos, na Rádio Clube Ararense, em 1978. De lá, passou por emissoras como Globo, Bandeirantes, Record, Gazeta, Estadão ESPN, além de trabalhos marcantes na TV Cultura, TV Gazeta e SBT. O apelido que o acompanharia por toda a vida surgiu em 1990, na Rádio Record, dado pelo colega Osvaldo Pascoal.


Nos últimos anos, o “Amigão” enfrentava problemas de saúde e realizou diversas cirurgias na coluna. Ainda assim, manteve a postura de comunicador apaixonado pelo ofício e pela vida.


Mais do que um jornalista esportivo, Paulo Soares era sinônimo de simpatia e proximidade com o público. Seu estilo deixou marcas que vão além da televisão: deixou saudades entre colegas de redação e milhões de telespectadores que, ao longo dos anos, aprenderam a chamá-lo pelo apelido que virou sinônimo de amizade.


O esporte perde uma voz inconfundível. O público, um companheiro de tantas noites. E o jornalismo, um de seus nomes mais humanos e carismáticos.


 
 
 

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