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Lula reage à detenção de brasileiro em missão humanitária e cobra libertação imediata

  • Foto do escritor: Marcus Modesto
    Marcus Modesto
  • há 19 horas
  • 2 min de leitura

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se manifestou nesta terça-feira (5) contra a prisão do ativista brasileiro Thiago Ávila, detido por autoridades de Israel após a interceptação de uma embarcação da flotilha internacional Global Sumud. O grupo seguia em direção à Faixa de Gaza com o objetivo de realizar uma missão humanitária.


Em publicação nas redes sociais, Lula classificou a detenção como injustificável e expressou preocupação com a situação do brasileiro. Segundo ele, a prisão carece de fundamentos e deve ser alvo de reprovação internacional.


O presidente também criticou a abordagem feita à embarcação em águas internacionais, apontando possível violação de normas do direito internacional. Ele destacou ainda que o Brasil atua em articulação com a Espanha, que também teve um cidadão detido na operação, para exigir garantias de segurança e a libertação imediata dos envolvidos.


Relatos de violência e isolamento


Thiago Ávila integrava a missão ao lado do ativista espanhol Saif Abu Keshek quando o barco foi interceptado, no dia 29 de abril, nas proximidades da Grécia. A iniciativa fazia parte da flotilha Global Sumud, organizada com foco em assistência humanitária à população de Gaza.


De acordo com a organização de direitos humanos Adalah, o brasileiro relatou ter sido submetido a condições severas após a detenção, incluindo isolamento e permanência com os olhos vendados. Ele também afirmou a seus advogados que sofreu agressões físicas durante a abordagem, chegando a desmaiar após espancamentos.


Desdobramentos legais


O caso será analisado em audiência prevista para esta terça-feira (5). Informações iniciais apontam que cinco acusações foram formalizadas contra o ativista, mas os detalhes ainda não foram totalmente divulgados.


A situação segue acompanhada por autoridades brasileiras e organismos internacionais, enquanto cresce a pressão por esclarecimentos e pela libertação dos detidos.



 
 
 

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