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Michelle no radar do PL, mas Bolsonaro ainda evita candidatura ao Planalto

  • Foto do escritor: Marcus Modesto
    Marcus Modesto
  • 23 de mai.
  • 2 min de leitura

Mesmo com o nome da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro ganhando força nos bastidores da direita para a disputa presidencial de 2026, o ex-presidente Jair Bolsonaro ainda resiste à ideia de lançá-la oficialmente como candidata ao Palácio do Planalto.


Segundo informações publicadas pela jornalista Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo, aliados próximos afirmam que Bolsonaro teme o desgaste político e os ataques que Michelle poderia enfrentar durante uma campanha presidencial de grande exposição nacional.


A cautela acontece em um momento delicado dentro do campo bolsonarista. A pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro sofreu impactos após as repercussões do caso “Dark Horse”, relacionado ao financiamento de um filme sobre a trajetória política do ex-presidente.


Mesmo assim, Bolsonaro ainda mantém o filho como principal aposta do grupo para a corrida eleitoral de 2026.


Vice-presidência surge como alternativa


Nos bastidores do Partido Liberal, Michelle Bolsonaro continua sendo vista como uma alternativa viável caso o cenário eleitoral se complique ainda mais para Flávio.


Aliados próximos avaliam que uma eventual candidatura como vice-presidente seria considerada mais segura politicamente para a ex-primeira-dama, preservando sua imagem diante do ambiente de forte polarização nacional.


Entre os nomes cogitados para uma possível composição de chapa aparecem o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, e a ex-ministra da Agricultura Tereza Cristina.


Pressão cresce dentro do partido


Dirigentes do PL acompanham com atenção os próximos levantamentos eleitorais. O receio interno é que um eventual enfraquecimento da candidatura presidencial bolsonarista possa atingir também candidatos ao Congresso ligados ao partido.


Enquanto isso, Michelle segue aparecendo com boa aceitação entre eleitores conservadores e mantém espaço relevante nas discussões sobre o futuro da direita brasileira.


Com o cenário ainda indefinido, a estratégia do grupo político liderado por Jair Bolsonaro deve depender diretamente da evolução das pesquisas e da capacidade de Flávio Bolsonaro sustentar competitividade até o início oficial da corrida eleitoral de 2026.



 
 
 

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