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Orquidário do CAPR completa três anos e transforma cultivo de plantas em ferramenta de inclusão em Angra

  • Foto do escritor: Marcus Modesto
    Marcus Modesto
  • há 10 horas
  • 2 min de leitura

Em Angra dos Reis, o cultivo de orquídeas ganhou um significado que vai além da jardinagem. O orquidário do Centro de Atenção à Pessoa em Situação de Rua (CAPR), no Bracuí, completou três anos de atividades nesta quarta-feira (2), consolidando uma proposta que alia convivência, aprendizado e reinserção social.


A iniciativa nasceu com a realização de oficinas voltadas ao manejo de plantas e, gradualmente, passou a integrar as atividades permanentes oferecidas pelo CAPR. No espaço, os próprios participantes acompanham diferentes etapas do cultivo, desde os cuidados com as mudas até a preparação das plantas que serão destinadas a áreas públicas da cidade.


Além de proporcionar uma atividade prática, o projeto busca estimular aspectos como responsabilidade, autoestima, organização e convivência. A proposta é oferecer aos atendidos uma experiência diferente dentro da rotina do serviço, criando oportunidades de participação e aprendizado.


As orquídeas produzidas no local também contribuem para a revitalização de praças e outros espaços públicos de Angra dos Reis. Dessa forma, o trabalho desenvolvido no CAPR acaba tendo impacto tanto na vida dos participantes quanto na paisagem urbana do município.


A ação é conduzida em parceria pelas secretarias municipais de Desenvolvimento Social e Promoção da Cidadania e de Urbanização, Parques e Jardins. O supermercado Zona Sul participa como parceiro do projeto desde sua implantação.


Para a secretária de Desenvolvimento Social, Thaísa Bedê, o contato diário com as plantas pode ajudar os participantes a desenvolver vínculos e fortalecer a percepção sobre suas próprias capacidades. Já a secretária de Urbanização, Parques e Jardins, Beth Brito, ressaltou que o resultado do trabalho chega também às áreas públicas que recebem as plantas cultivadas no orquidário.


Ao completar três anos, o projeto reforça a ideia de que ações de inclusão social podem ser construídas a partir de atividades simples, capazes de estimular autonomia, convivência e participação na comunidade.



 
 
 

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