Pesquisa aponta insatisfação dos fluminenses com governo Cláudio Castro
- Marcus Modesto
- 27 de fev. de 2025
- 2 min de leitura
Um levantamento da Genial/Quaest divulgado nesta quarta-feira (25) mostra que a gestão do governador Cláudio Castro (PL) enfrenta rejeição entre os eleitores do Rio de Janeiro. Segundo a pesquisa, 48% desaprovam sua administração, enquanto 42% aprovam. Outros 10% não souberam ou não quiseram responder.
Ao avaliar o desempenho do governador, os entrevistados se dividiram da seguinte forma:
• Positivo: 24%
• Regular: 35%
• Negativo: 31%
• Não responderam: 10%
A pesquisa ouviu 1.404 eleitores entre os dias 19 e 23 de fevereiro, com margem de erro de três pontos percentuais.
Percepção sobre o estado do Rio
Os fluminenses também foram questionados sobre a situação do estado em relação ao restante do país. Para 62%, o Rio está pior que outros estados, enquanto 25% acreditam que a situação é melhor. Outros 13% não souberam opinar.
Sobre a evolução do estado, apenas 18% veem melhorias, enquanto 45% consideram que a situação está estagnada e 36% acreditam que o Rio está piorando.
No que diz respeito às áreas de atuação do governo estadual, a pesquisa apontou que:
• 30% avaliam positivamente a atração de empresas;
• 47% consideram regular a atuação em emprego e renda;
• 59% avaliam negativamente a gestão da segurança pública.
Intenção de voto para 2026
O levantamento também sondou as intenções de voto para a eleição de governador em 2026. O atual prefeito do Rio, Eduardo Paes (PSD), lidera a disputa com 29%, seguido por Flávio Bolsonaro (PL), com 20%. Veja os números:
• Eduardo Paes (PSD): 29%
• Flávio Bolsonaro (PL): 20%
• Benedita da Silva (PT): 7%
• Washington Reis (MDB): 5%
• Rodrigo Bacellar (União): 2%
• Monica Benício (PSOL): 1%
• Thiago Pampolha (União): 0%
• Indecisos: 12%
• Brancos/Nulos/Não votarão: 24%
Quando perguntados se Cláudio Castro merece eleger um sucessor, 52% dos entrevistados responderam que não, enquanto 39% acreditam que sim.
O resultado da pesquisa indica um cenário desafiador para o governador e seu grupo político, apontando insatisfação popular e um caminho aberto para a disputa eleitoral de 2026.




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