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Polícia Federal deflagra Operação Caça ao Tesouro contra fraudes no INSS

  • Foto do escritor: Marcus Modesto
    Marcus Modesto
  • 18 de mar. de 2025
  • 1 min de leitura

Na manhã desta terça-feira (18/03), a Polícia Federal (PF) deflagrou a Operação Caça ao Tesouro com o objetivo de desarticular uma organização criminosa especializada em fraudes contra o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O esquema envolvia saques ilegais de benefícios previdenciários, e os prejuízos causados pela quadrilha ultrapassam os R$ 50 milhões.


Cerca de 70 policiais federais estão cumprindo 19 mandados de busca e apreensão em residências de investigados, localizadas nos municípios do Rio de Janeiro, Nova Iguaçu, Duque de Caxias, Araruama e Mesquita, além de 13 mandados de prisão preventiva. A operação visa interromper as atividades do grupo, que há mais de 10 anos realiza fraudes desse tipo, com a expectativa de evitar um prejuízo de R$ 9 milhões por ano.


A investigação teve início em 2022, após a prisão em flagrante de um homem tentando sacar valores provenientes de benefícios fraudulentos. As apurações revelaram uma organização criminosa estruturada, composta por servidores do INSS, advogados, escreventes de cartório e profissionais de gráfica, que utilizavam suas funções para inserir dados falsos nos sistemas da previdência social e garantir o saque de benefícios indevidos.


Ao todo, a quadrilha é responsável por pelo menos 193 benefícios fraudulentos. Durante a operação, a Polícia Federal contou com o apoio da Coordenação-Geral de Inteligência da Previdência Social (CGINP), órgão vinculado ao Ministério da Previdência Social.


Os investigados podem responder pelos crimes de inserção de dados falsos em sistemas de informações (peculato digital) e organização criminosa. Caso sejam condenados, as penas podem chegar até 22 anos de reclusão, além de



 
 
 

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