top of page
Buscar

Portela supera atraso de alegoria e conclui desfile no limite do tempo

  • Foto do escritor: Marcus Modesto
    Marcus Modesto
  • 16 de fev.
  • 1 min de leitura

A madrugada desta segunda-feira (16) reservou momentos de tensão para a Portela na reta final de sua apresentação no Sambódromo da Marquês de Sapucaí. Um atraso na entrada do último carro alegórico provocou um vazio na pista e exigiu jogo de cintura da escola para evitar penalizações.


A alegoria, que conduzia integrantes da Velha Guarda, demorou a acessar a Avenida. Com isso, a evolução precisou ser contida enquanto a escola aguardava o posicionamento do carro. O intervalo inesperado criou apreensão entre componentes, diretores e equipe de harmonia, já que o cronômetro seguia em contagem regressiva.


Para recuperar o tempo, a bateria acelerou o andamento nos minutos decisivos, contornando o carro já posicionado para garantir o fechamento dentro do regulamento. A manobra funcionou: a azul e branco encerrou sua apresentação com 79 minutos, escapando do estouro de tempo.


Até o imprevisto, a chamada Majestade do Samba vinha sendo apontada como um dos desfiles mais consistentes da noite, tanto pelo impacto visual quanto pela força narrativa. Com o enredo “O mistério do príncipe do Bará – a oração do Negrinho e a ressurreição de sua coroa sob o céu aberto do Rio Grande”, a escola levou à Avenida a trajetória de Príncipe Custódio, personagem central na consolidação das religiões de matriz africana no Sul do país.


Radicado em Porto Alegre, Custódio tornou-se referência espiritual e símbolo de resistência cultural, temática que norteou fantasias, alegorias e alas ao longo do desfile. Apesar do susto no fim, a Portela deixou a pista sob aplausos, mantendo-se firme na disputa pelo título do Grupo Especial.


Foto reprodução


 
 
 

Comentários


bottom of page