Prefeitura de Paraty faz vista grossa para cães sem focinheira em área pública movimentada
- Marcus Modesto
- 21 de mai.
- 1 min de leitura
Enquanto turistas caminham tranquilamente pela Beira-Rio e famílias ocupam os espaços públicos de Paraty, cenas de cães da raça pitbull circulando sem focinheira continuam se repetindo diante da completa ausência de fiscalização do poder público municipal.
A situação tem revoltado moradores, que questionam até quando a prefeitura permitirá o descumprimento explícito da legislação estadual sem qualquer tipo de ação preventiva. Em uma cidade turística, movimentada e cheia de crianças nas áreas de lazer, a omissão preocupa.
No estado do Rio de Janeiro, a lei é clara: cães considerados de guarda ou potencialmente agressivos, como pitbull, rottweiler, fila brasileiro e doberman, só podem circular em locais públicos utilizando focinheira, guia curta e conduzidos por maiores de idade. Ainda assim, o que se vê em Paraty é exatamente o contrário.
A falta de fiscalização transforma espaços públicos em áreas de risco. A pergunta que moradores fazem é simples: a prefeitura vai esperar acontecer uma tragédia para agir?
As normas estaduais existem justamente para prevenir ataques e garantir segurança coletiva. Não se trata de perseguição contra animais, mas de responsabilidade pública. O uso da focinheira é obrigatório e o descumprimento da lei pode gerar denúncia, intervenção policial e responsabilização dos tutores.
Moradores também cobram posicionamento da prefeita sobre a ausência de ações educativas, operações de fiscalização e presença da Guarda Municipal em pontos com grande circulação de pessoas.
Em uma cidade que vive do turismo e da convivência em espaços públicos, ignorar um problema de segurança como esse passa uma mensagem perigosa de permissividade e abandono das regras básicas de proteção à população.
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