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Presidente da Mocidade Independente de Padre Miguel é preso em operação contra “nova cúpula do jogo do bicho”

  • Foto do escritor: Marcus Modesto
    Marcus Modesto
  • 3 de out. de 2025
  • 2 min de leitura

O presidente da escola de samba Mocidade Independente de Padre Miguel, Flávio da Silva Santos, conhecido como Pepé ou Flávio da Mocidade, foi preso nesta sexta-feira (3) durante uma operação do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) contra a chamada “nova cúpula do jogo do bicho”.


Outro alvo da ofensiva é o contraventor Rogério Andrade, que cumpre pena desde o ano passado e, desde novembro, está no Presídio Federal de Campo Grande (MS), em regime de segurança máxima.


A operação, conduzida pelo Gaeco/MPRJ, incluiu mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão em endereços ligados a Flávio da Mocidade, Rogério Andrade e a Vinicius Pereira Drumond, apontado como aliado do grupo. Entre os locais vistoriados, esteve a quadra da escola de samba Imperatriz Leopoldinense. As ordens judiciais foram expedidas pela 1ª Vara Especializada em Organização Criminosa da Capital.


Medidas da Justiça


O MPRJ pediu que Flávio da Mocidade seja transferido para presídio federal em regime de segurança máxima, mesma medida já aplicada a Rogério Andrade. Segundo os investigadores, a transferência busca reduzir a influência dos acusados sobre a rede criminosa, mesmo enquanto estão presos.


Acusações contra o grupo


Segundo a denúncia, Rogério Andrade e Flávio da Mocidade comandam desde 2014 a principal organização voltada à exploração do jogo do bicho no estado, mantendo disputas violentas com facções rivais. Rogério Andrade também é acusado de ordenar o assassinato de Fernando de Miranda Iggnácio, em novembro de 2020.


Corrupção de forças policiais


O MPRJ aponta que o grupo pagava propina a policiais civis e militares para garantir proteção às atividades ilegais e dificultar investigações.


A operação desta sexta-feira contou com apoio da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (DRACO-IE) e do Departamento Penitenciário Nacional (DEPPEN).

Foto Reprodução


 
 
 

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