Serviço 190 da Polícia Militar do Rio fica fora do ar por mais de quatro horas e afeta atendimento emergencial
- Marcus Modesto
- 13 de jul. de 2025
- 2 min de leitura
O serviço telefônico 190, principal canal de emergência da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, ficou fora do ar por ao menos quatro horas e meia entre a noite deste sábado (12) e a madrugada de domingo (13). A falha comprometeu o atendimento a chamadas de urgência em todo o estado e causou preocupação entre moradores que tentavam acionar o socorro policial.
A própria PM confirmou o problema por meio de publicações nas redes sociais, informando que a interrupção teve início no fim da noite de sábado. Segundo a corporação, a empresa responsável pela telefonia foi acionada imediatamente, e equipes técnicas foram mobilizadas para restabelecer o serviço.
Durante o período de instabilidade, a Polícia Militar orientou a população a utilizar o aplicativo 190RJ, disponível para smartphones, como alternativa temporária para registrar ocorrências e acionar o policiamento em situações emergenciais.
Apesar do retorno do funcionamento do número 190 já na madrugada de domingo, a PM não esclareceu quais foram as causas exatas da pane nem se o tempo de resposta às ocorrências foi impactado de forma significativa.
A falha expôs a fragilidade de um dos sistemas mais sensíveis da segurança pública do estado. O 190 é a linha direta da população com a PM, sendo utilizado para relatar desde casos de violência e furtos até acidentes graves ou situações de risco à vida.
A ausência de um plano de contingência mais robusto também chamou a atenção de especialistas da área de segurança. Em momentos em que a agilidade no atendimento pode ser determinante, depender exclusivamente de um único canal sem garantias de redundância pode trazer riscos à vida da população.
Até o momento, a Polícia Militar e a operadora do serviço de telefonia ainda não divulgaram um relatório técnico explicando os motivos da falha e as medidas adotadas para evitar que o problema volte a ocorrer.




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