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Volta Redonda abre espaço para a população repensar a Assistência Social — é hora de participar

  • Foto do escritor: Marcus Modesto
    Marcus Modesto
  • 25 de abr. de 2025
  • 2 min de leitura

A cidade de Volta Redonda dará início, em maio, à Pré-Conferência Municipal da Assistência Social — um momento que vai muito além de reuniões em Cras e protocolos formais. Trata-se de uma rara oportunidade para que a população se aproxime das decisões que moldam as políticas públicas voltadas a quem mais precisa: os vulneráveis, os invisíveis, os que dependem da rede de proteção social.


Os encontros ocorrerão em diversos pontos da cidade, incluindo o Centro Pop, espaço dedicado à população em situação de rua, e em unidades do Cras espalhadas por bairros com realidades sociais distintas. É justamente essa diversidade que torna o processo tão necessário — ouvir quem vive a realidade na pele é essencial para que a política pública deixe de ser genérica e passe a ser eficaz.


A Pré-Conferência não é apenas preparatória para um evento maior. É, na prática, um termômetro da consciência cidadã e da disposição do poder público em acolher críticas, sugestões e, sobretudo, demandas reais. Em tempos em que tanta coisa é decidida entre gabinetes e reuniões técnicas, abrir o microfone para a sociedade é um gesto político poderoso — se for feito com escuta verdadeira.


A secretária de Assistência Social, Rosane Marques, reconhece essa importância ao afirmar que a participação popular é “fundamental para o avanço da assistência social”. E ela está certa. Porque nenhuma política pública é legítima se não nascer do diálogo com quem será diretamente impactado por ela.


Os encontros serão realizados sempre às 9h, com início no dia 5 de maio, no Centro Pop, no Aterrado. Depois, seguem para os Cras dos bairros Retiro (dia 9), Vila Brasília (16), Dom Bosco (19), Santo Agostinho (23), Monte Castelo (26), Três Poços (30) e Eucaliptal (2 de junho). A participação é livre — basta comparecer.


Mais do que um convite, é um chamado à responsabilidade coletiva. A assistência social é um direito. Mas para que ela funcione de verdade, precisa ouvir a cidade.


Foto Secom PMVR


 
 
 

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