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Volta Redonda forma novas famílias para acolhimento temporário de crianças e adolescentes

  • Foto do escritor: Marcus Modesto
    Marcus Modesto
  • há 1 hora
  • 2 min de leitura

A Secretaria Municipal de Assistência Social de Volta Redonda certificou nesta semana mais cinco famílias que passam a integrar o Serviço Família Acolhedora, iniciativa voltada ao acolhimento temporário de crianças e adolescentes afastados do convívio familiar por determinação judicial.


O programa é coordenado pelo Departamento de Proteção Especial (DPES) e tem como objetivo preparar famílias interessadas em oferecer um ambiente seguro e afetivo para menores que passaram por situações de vulnerabilidade, como violência, negligência ou abandono.


Antes de serem habilitadas, as famílias participam de um processo de capacitação conduzido por profissionais especializados, incluindo assistente social e psicóloga. O treinamento aborda aspectos emocionais, jurídicos e sociais do acolhimento, além de orientar sobre o papel das famílias durante o período em que a criança ou adolescente estiver sob seus cuidados.


Entre as participantes que concluíram a formação está a artesã Raquel de Souza Rezende, que decidiu procurar o serviço após ver um anúncio sobre o projeto.


“Assim que conheci, entrei em contato imediatamente. Fui muito bem atendida e recebi todas as informações sobre como funciona o serviço. Depois conversei com meu marido e participamos de uma reunião onde tudo foi explicado. Talvez eu não consiga mudar o mundo inteiro, mas se puder contribuir para mudar a vida de alguém ao meu redor, já será muito importante”, afirmou.


Outra participante é a aposentada Maria Elena de Jesus Cavalcante, que realizou a capacitação ao lado do marido, Antônio. Segundo ela, o interesse surgiu da vontade de compreender melhor o projeto e ajudar crianças que precisam de apoio.


“Quando vimos o anúncio, sentimos vontade de conhecer mais. Durante o curso percebemos a importância do papel da família acolhedora na vida dessas crianças. Minha expectativa é poder proteger, cuidar e oferecer amor enquanto elas precisarem”, destacou.


O Serviço Família Acolhedora funciona como uma medida de proteção provisória. As famílias participantes recebem crianças e adolescentes em suas casas durante um período determinado, até que seja possível o retorno à família de origem ou o encaminhamento para adoção. A iniciativa não substitui o processo de adoção, mas oferece uma alternativa ao acolhimento institucional.


De acordo com a subsecretária de Assistência Social, Larissa Garcez, a chegada de novas famílias fortalece a rede de proteção à infância no município.


“Receber novas famílias é renovar a esperança de muitas crianças e adolescentes que precisam de cuidado, proteção e afeto. Essas pessoas abrem suas casas e seus corações para garantir que nenhuma criança enfrente momentos difíceis sem a segurança de um lar”, afirmou.



 
 
 

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