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Zoo de Volta Redonda busca parceria para preservar espécies ameaçadas

Foto do escritor: Marcus Modesto
Marcus Modesto
há 22 minutos
2 min de leitura

O Zoológico Municipal de Volta Redonda (Zoo-VR) poderá ampliar sua atuação na preservação da fauna brasileira, com a possibilidade de integrar programas voltados à conservação de répteis e anfíbios ameaçados de extinção. A iniciativa está sendo discutida com especialistas do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).


A aproximação começou na segunda-feira (19), quando técnicos do Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Répteis e Anfíbios (RAN) estiveram no zoológico para conhecer a estrutura e avaliar as condições para o desenvolvimento de projetos conjuntos. No dia seguinte, a equipe visitou o BioParque do Rio de Janeiro para conhecer experiências já realizadas na área.


A proposta é preparar os profissionais do Zoo-VR para atuar em programas de conservação, incluindo estratégias de reprodução e manutenção de espécies sob cuidados humanos. Dependendo das condições de cada animal e da viabilidade técnica, o trabalho poderá contribuir futuramente para a reintrodução de espécies na natureza.


Segundo Carlos Abrahão, analista ambiental do ICMBio e coordenador do Plano de Ação Nacional para a Conservação da Herpetofauna do Sudeste, a articulação entre instituições é fundamental para colocar em prática medidas de proteção à biodiversidade.


Os planos de ação nacionais reúnem pesquisadores, órgãos públicos e instituições parceiras para estabelecer estratégias de enfrentamento às ameaças que colocam determinadas espécies em risco.


A reestruturação pela qual passa o zoológico de Volta Redonda também abre espaço para o planejamento de novas atividades. Para o diretor da unidade, Jadiel Teixeira, a participação nos programas poderá fortalecer o papel do equipamento público, que já desenvolve ações de educação ambiental, lazer e atendimento aos animais.


A expectativa é que, com capacitação técnica e planejamento, o Zoo-VR consiga estruturar seu próprio programa de conservação de répteis e anfíbios.


A implementação dependerá das necessidades de cada espécie e de avaliações científicas que garantam condições adequadas de manejo e preservação.

Foto Divulgação


 
 
 

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