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Anvisa manda recolher azeite e suspende venda de doces por irregularidades sanitárias

  • Foto do escritor: Marcus Modesto
    Marcus Modesto
  • há 52 minutos
  • 2 min de leitura

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a retirada imediata do mercado de todos os lotes do azeite extravirgem da marca San Oliveto e proibiu a fabricação e comercialização de diversos produtos da marca Fatti a Mano. As medidas foram publicadas no Diário Oficial da União e já estão em vigor em todo o país.


No caso do azeite, a decisão foi tomada após a identificação de uma série de irregularidades que comprometem a confiabilidade do produto. De acordo com a Anvisa, não foi possível comprovar a origem do azeite, além de terem sido encontrados problemas relacionados à empresa responsável pela importação e distribuição.


Durante as investigações, a agência verificou que a empresa citada nos rótulos possui CNPJ inapto e apresenta inconsistências cadastrais, incluindo endereço não localizado pelos órgãos de fiscalização. Também foi constatada reprovação em análises laboratoriais, que apontaram alterações em parâmetros utilizados para verificar a autenticidade e a qualidade do azeite.


Diante das irregularidades, a Anvisa determinou o recolhimento dos produtos e orientou que consumidores deixem de utilizar o azeite até nova deliberação.


Além do azeite, a agência também suspendeu a produção e a venda de diversos doces da marca Fatti a Mano. Entre os produtos atingidos pela medida estão cocadas, doces de leite, brigadeiros, beijinhos, palha italiana, pé de moleque, pé de moça e outras guloseimas comercializadas pela empresa.


Segundo a fiscalização, os alimentos estavam sendo fabricados sem a regularização exigida pelos órgãos sanitários. A produção ocorria em um estabelecimento sem licenciamento adequado, contrariando as normas que regulamentam a fabricação de alimentos no Brasil.


A Anvisa destacou que ações como essa são necessárias para evitar riscos à saúde da população. A agência reforça que produtos sem rastreabilidade, sem controle sanitário ou produzidos em condições irregulares podem representar ameaça ao consumidor.


Quem adquiriu os produtos incluídos nas resoluções deve interromper o consumo e acompanhar as orientações dos órgãos de vigilância sanitária sobre possíveis procedimentos de devolução ou descarte..



 
 
 

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