Ações Preventivas e de Combate ao Aedes aegypti em Volta Redonda
- Marcus Modesto
- 10 de jan. de 2025
- 2 min de leitura
A Vigilância Ambiental de Volta Redonda, vinculada à Secretaria Municipal de Saúde (SMS), iniciou nesta semana as ações do LIRAa (Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti). O objetivo da iniciativa é realizar vistorias nos bairros do município para identificar focos do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya.
O LIRAa é realizado por amostragem, com agentes de endemia percorrendo os bairros e fiscalizando residências. Quando focos do mosquito são encontrados, eles são registrados, permitindo que a equipe avalie o nível de infestação na cidade e identifique os principais criadouros. Com base nesses dados, são traçadas ações mais eficazes de combate ao mosquito.
De acordo com Silmar Ferreira Gomes, chefe de seção da Vigilância Ambiental, os dados do levantamento são fundamentais para entender como está a situação da infestação e direcionar o trabalho de prevenção. Janaína Soledad, coordenadora da Vigilância Ambiental, destacou ainda que o LIRAa também permite avaliar o impacto das ações realizadas desde o levantamento anterior.
O LIRAa é realizado periodicamente, com datas definidas pelo Ministério da Saúde. O primeiro levantamento de 2025 será concluído na próxima semana, e o último de 2024, realizado em outubro, revelou uma tendência histórica. Os depósitos móveis, como pratos de plantas e bebedouros de animais, foram identificados como os principais criadouros do mosquito, seguidos por materiais como latas, sucatas e pneus.
A colaboração da população é essencial para o sucesso no combate ao Aedes aegypti. É recomendada a inspeção semanal das residências para eliminar possíveis criadouros e interromper o ciclo de vida do mosquito. Durante o período quente e úmido, que favorece a reprodução do mosquito, é importante limpar pratos de plantas, escovar potes de água para animais, virar garrafas e cobrir pneus. A manutenção de calhas, piscinas e ralos, além da atenção a plantas como bromélias, também deve ser constante.
O esforço conjunto entre poder público e comunidade é crucial para reduzir a proliferação do Aedes aegypti e prevenir doenças como dengue, zika e chikungunya.
Foto PMVR




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