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Bolsonaro segue na UTI em Brasília após piora na função renal

  • Foto do escritor: Marcus Modesto
    Marcus Modesto
  • há 2 horas
  • 2 min de leitura

O ex-presidente Jair Bolsonaro apresentou agravamento na função dos rins e aumento nos indicadores inflamatórios, conforme informou neste sábado (14) o hospital Hospital DF Star, onde ele está internado. Apesar do quadro, os médicos afirmam que o paciente permanece clinicamente estável.


De acordo com o boletim médico mais recente, Bolsonaro continua internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e ainda não há previsão de alta hospitalar. O tratamento inclui antibióticos, hidratação intravenosa e acompanhamento constante da equipe médica.


O ex-presidente também realiza sessões de fisioterapia respiratória e motora, além de receber medidas preventivas contra trombose venosa.


Bolsonaro foi transferido para a UTI na manhã de sexta-feira (13), após ser diagnosticado com broncopneumonia bacteriana bilateral, considerada de provável origem aspirativa. Antes da internação, ele apresentou febre alta, queda na saturação de oxigênio, sudorese intensa e calafrios, sendo levado ao hospital por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).


Atualmente, o ex-presidente cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, após condenação por tentativa de golpe de Estado e outros crimes relacionados.


O boletim médico foi assinado pelo cirurgião-geral Cláudio Birolini; pelos cardiologistas Leandro Echenique e Brasil Caiado; pelo coordenador da UTI geral, Antônio Aurélio de Paiva Fagundes Júnior; e pelo diretor-geral do hospital, Allisson B. Barcelos Borges.


Visitas autorizadas pelo STF


Em decisão divulgada na sexta-feira, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a presença da esposa do ex-presidente, Michelle Bolsonaro, como acompanhante durante o período de internação.


Também receberam autorização para visitas os filhos Flávio Bolsonaro, Carlos Bolsonaro, Jair Renan Bolsonaro e Laura Bolsonaro, além da enteada Letícia.


A decisão determina ainda que a segurança do ex-presidente seja feita pelo 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, com vigilância permanente. Dois policiais permanecem na porta do quarto, enquanto outras equipes atuam dentro e fora do hospital.


O ministro também proibiu a entrada de celulares, computadores ou qualquer dispositivo eletrônico na área de internação, com exceção de equipamentos médicos necessários ao tratamento.



 
 
 

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