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CAOS NO CONTRACHEQUE: Servidores de Barra Mansa denunciam cortes e valores "minguados" em seus pagamentos

  • Foto do escritor: Marcus Modesto
    Marcus Modesto
  • 9 de jan.
  • 2 min de leitura

O funcionalismo público de Barra Mansa vive dias de incerteza e revolta. Além dos atrasos que já se tornaram um fantasma recorrente na cidade, uma nova e grave irregularidade tomou conta dos grupos de servidores: a emissão de contracheques com valores incorretos, apresentando quantias drasticamente menores do que as devidas.

Erro sistêmico ou descaso?

A denúncia, endossada por imagens de indignação que circulam nas redes sociais, aponta que muitos funcionários foram surpreendidos ao abrir o portal do servidor. Relatos indicam que gratificações, horas extras e até partes do salário base simplesmente "desapareceram" nos cálculos deste mês.

Para a categoria, a justificativa de "erro no sistema" não convence. O sentimento geral é de que a Prefeitura ERRA no pagamento, mas o erro nunca é para mais, apenas para menos, o que configura um ataque direto ao sustento de centenas de famílias.

O impacto no bolso do trabalhador

A falta de transparência agrava a crise. Servidores relatam que, ao buscar esclarecimentos, encontram dificuldades em obter respostas claras sobre como e quando esses valores subtraídos serão repostos.

> "Não basta atrasar, agora eles estão 'fatiando' o nosso direito. Receber um contracheque com valor errado para menos é um desrespeito com quem dedicou o mês inteiro ao serviço público", afirma um servidor que preferiu não se identificar.

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Gestão sob fogo cruzado

O SEPE e outras entidades representativas já estão se mobilizando para exigir uma auditoria imediata na folha de pagamento. Enquanto a prefeitura tenta tratar o caso como uma falha técnica pontual, o cenário nas ruas e nas repartições é de paralisação moral.

Em um ano que deveria ser de recuperação, a gestão municipal de Barra Mansa inicia 2026 demonstrando uma perigosa incapacidade de gerir o recurso mais valioso da cidade: o seu funcionalismo. A pergunta que fica nos corredores do Paço Municipal é: onde foi parar o dinheiro que deveria estar no bolso de quem trabalha?

Foto Arquivo


 
 
 

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