Chuva de meteoros poderá ser vista na quinta e sexta-feira; Sul Fluminense tem ótimos locais para observar o espetáculo
- Marcus Modesto
- há 57 minutos
- 2 min de leitura
Os céus do Sul Fluminense prometem um espetáculo especial nas noites de quinta e sexta-feira, quando a chuva de meteoros Delta Aquáridas do Sul atingirá seu pico de atividade. Se as condições do tempo forem favoráveis, moradores da região poderão acompanhar dezenas de “estrelas cadentes” cruzando o céu a olho nu.
O fenômeno ocorre quando a Terra atravessa uma nuvem de partículas deixadas por um cometa. Ao entrarem na atmosfera em alta velocidade, esses fragmentos se incendeiam devido ao atrito com o ar, criando os rastros luminosos que encantam observadores em todo o mundo.
A expectativa é que, em locais escuros e com céu limpo, seja possível observar até 25 meteoros por hora durante o período de maior atividade.
No Sul Fluminense, os melhores pontos para acompanhar o fenômeno são áreas afastadas da iluminação das cidades. Locais como o alto do Parque Nacional do Itatiaia, regiões serranas de Visconde de Mauá, estradas rurais de Rio Claro, áreas próximas à Serra da Bocaina, em Paraty, e pontos elevados de Penedo oferecem excelentes condições para a observação, graças ao baixo nível de poluição luminosa.
Para aproveitar melhor o espetáculo, a recomendação é escolher um lugar seguro, longe das luzes urbanas, chegar com antecedência para que os olhos se adaptem à escuridão por cerca de 20 minutos e evitar o uso do celular durante a observação. Não é preciso telescópio nem binóculos: basta olhar para o céu e ter um pouco de paciência.
Se o céu permanecer limpo, as noites de quinta e sexta-feira serão uma excelente oportunidade para reunir a família, contemplar a Via Láctea e acompanhar um dos mais belos fenômenos astronômicos do ano.
:::
Se o tempo colaborar, moradores de cidades como Barra Mansa, Volta Redonda, Resende, Itatiaia, Angra dos Reis e Paraty terão boas chances de observar o fenômeno, especialmente ao se deslocarem para áreas mais escuras e afastadas dos centros urbanos.
Foto Arquivo




Comentários