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Clínica da Família do Boa Sorte: promessa velha, indignação nova

  • Foto do escritor: Marcus Modesto
    Marcus Modesto
  • 22 de jun. de 2025
  • 1 min de leitura

O povo do Boa Sorte não aguenta mais ser enganado. Já se vão quase 15 anos de promessas em torno da chamada “Clínica da Família”, que virou símbolo do abandono, da enrolação e da velha política que insiste em tratar obras públicas como moeda de campanha.


Tudo começou com promessas feitas por quem hoje responde na Justiça por formação de quadrilha e corrupção. Promessas que foram recicladas eleição após eleição, sempre com o mesmo discurso de que “agora vai”. Não foi.


Hoje, mais uma vez, o cenário se repete: falas ensaiadas, agradecimentos protocolares, fotos posadas diante de estruturas que deveriam estar prontas há anos. A população, no entanto, já cansou do teatro. O que era sonho virou descrença. O que deveria ser direito virou esmola.


Pior: os mesmos rostos que antes faziam parte do governo que paralisou e abandonou a obra agora se apresentam como heróis da retomada. Uma inversão completa de responsabilidade — como se ninguém lembrasse quem contribuiu para o atraso.


O que falta não é estrutura física, é respeito. A saúde pública não pode mais ser usada como peça de propaganda. O que a população quer não são pedras empilhadas, nem discursos vazios. Quer dignidade, atendimento de qualidade, e o fim do ciclo vicioso de promessa, abandono e reaproveitamento eleitoral.


A história da Clínica da Família do Boa Sorte é o retrato da paciência do povo sendo explorada ao limite. E não há obra em andamento que reconstrua, sozinha, a confiança que foi quebrada.


Foto Arquivo



 
 
 

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