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Conselho de Cultura de Angra dos Reis inicia novo mandato com desafio de fortalecer a participação e fiscalizar políticas públicas

  • Foto do escritor: Marcus Modesto
    Marcus Modesto
  • há 11 horas
  • 2 min de leitura

Angra dos Reis – O Conselho Municipal de Cultura de Angra dos Reis iniciou oficialmente um novo ciclo de atuação. Os conselheiros e suplentes eleitos durante a XIII Conferência Municipal de Cultura, realizada em 26 de julho, tomaram posse nesta quinta-feira (20), em cerimônia na Casa de Cultura Poeta Brasil dos Reis. O mandato será válido para o biênio 2026/2028.


Mais do que ocupar cadeiras em um órgão colegiado, os novos representantes assumem a responsabilidade de participar ativamente da construção, discussão e acompanhamento das políticas culturais do município. O Conselho tem papel estratégico na definição das prioridades do setor e funciona como um importante espaço de diálogo entre o poder público e os diferentes segmentos da cultura.


A composição busca garantir equilíbrio entre sociedade civil e governo. Foram empossados representantes de 12 setoriais culturais e do Ateneu Angrense de Letras e Artes, além de 12 representantes do Poder Executivo e um indicado pelo Legislativo. A Setorial de Cultura Popular e Folclore, entretanto, ficou sem representantes eleitos, deixando de integrar a nova composição.


Durante a solenidade, os conselheiros também escolheram a nova direção do órgão. Zélio Nascimento, representante do Poder Executivo, foi eleito presidente, enquanto Jander Marlon de Andrade, da Setorial de Música, assumiu a vice-presidência.


A nova gestão terá pela frente o desafio de transformar a participação dos conselheiros em ações efetivas. Entre as responsabilidades do órgão estão acompanhar a execução das políticas culturais, discutir prioridades para o setor, representar os diferentes segmentos artísticos e contribuir para que recursos e iniciativas públicas sejam direcionados de maneira transparente e de acordo com as necessidades da população.


Em um município com uma produção cultural diversificada como Angra dos Reis, a atuação do Conselho também será importante para aproximar artistas, produtores, coletivos e entidades das decisões da administração pública. A expectativa é que o órgão mantenha uma atuação independente, participativa e permanente, evitando que a política cultural seja discutida apenas dentro dos gabinetes do poder público.


As reuniões ordinárias acontecerão na primeira quinta-feira de cada mês, às 18h, na Casa de Cultura Poeta Brasil dos Reis. O calendário abre espaço para que os representantes do setor acompanhem de perto as decisões e apresentem demandas, propostas e críticas.


Para o novo mandato, portanto, o principal desafio não será apenas manter o funcionamento do Conselho, mas fazer com que ele cumpra plenamente sua função: ser uma ponte entre a sociedade e o poder público e ajudar a definir os caminhos da cultura de Angra dos Reis.

Foto Divulgação


 
 
 

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