top of page
Buscar

Déficit milionário e contas rejeitadas: o legado que afasta Mario Esteves do cenário eleitoral

  • Foto do escritor: Marcus Modesto
    Marcus Modesto
  • 6 de jul.
  • 2 min de leitura

Barra do Pirai: O projeto político de Mario Esteves para 2026 parece ter encontrado um obstáculo difícil de superar: o peso das próprias contas de governo. Após anos de protagonismo na política de Barra do Piraí, o ex-prefeito teria desistido de disputar uma vaga na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro diante do desgaste provocado pelas análises do Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ).


O parecer técnico apontando um déficit de R$ 122 milhões nas contas de 2024 caiu como uma bomba no cenário político regional. O caso ganhou ainda mais gravidade com o encaminhamento do processo ao Ministério Público, ampliando as dúvidas sobre a condução financeira da administração encerrada no fim do mandato.


A situação se torna ainda mais delicada porque não se trata de um episódio isolado. As contas de 2023 também receberam parecer contrário do TCE-RJ e aguardam apreciação da Câmara Municipal. Caso os vereadores acompanhem as recomendações do tribunal, Mario Esteves poderá acumular duas rejeições consecutivas de contas, fato que inevitavelmente compromete qualquer tentativa de reconstrução política no curto prazo.


Nos bastidores, a avaliação é que a repercussão negativa do déficit milionário tornou inviável uma candidatura competitiva em 2026. Afinal, enquanto a população cobra investimentos, serviços públicos eficientes e equilíbrio fiscal, os números apresentados pelos órgãos de controle colocam a gestão passada sob intenso questionamento.


Agora, o foco se volta para a Câmara Municipal, responsável pela palavra final sobre a aprovação ou rejeição das contas. A decisão dos vereadores terá impacto não apenas sobre o legado administrativo do ex-prefeito, mas também sobre seu futuro político.


Mais do que uma discussão técnica, o caso levanta uma questão fundamental para a população de Barra do Piraí: como um município chega ao fim de uma gestão acumulando um déficit dessa magnitude? A resposta poderá definir não apenas a avaliação de um governo, mas também o destino político de quem o comandou.

Foto Arquivo



 
 
 

Comentários


bottom of page