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Funcionários e moradores se unem em defesa da emergência do Hospital da Praia Brava

  • Foto do escritor: Marcus Modesto
    Marcus Modesto
  • 11 de jun.
  • 2 min de leitura

Por Marcus Modesto


Mobilização cobra manutenção do atendimento de urgência e emergência em uma das mais importantes unidades de saúde de Angra dos Reis


ANGRA DOS REIS – Funcionários, moradores, lideranças comunitárias e representantes de diversos segmentos da sociedade estão se mobilizando para exigir o retorno pleno do serviço de emergência do Hospital da Praia Brava. A preocupação cresce diante das mudanças no atendimento da unidade, considerada estratégica para a população da Costa Verde.


O movimento ganhou força nas últimas semanas após denúncias de restrições no acesso ao pronto atendimento. A situação provocou manifestações públicas e mobilizou trabalhadores da saúde, usuários do sistema e moradores que defendem a continuidade dos serviços de urgência e emergência oferecidos pelo hospital. Segundo relatos, o fechamento ou a redução do atendimento pode aumentar a pressão sobre outras unidades de saúde do município e comprometer o socorro rápido em casos graves.


O Hospital da Praia Brava é administrado pela Fundação Eletronuclear de Assistência Médica (FEAM) e possui histórico de atendimento à população de Angra dos Reis e municípios vizinhos, além de desempenhar papel importante na estrutura de saúde da região.


Durante os protestos realizados recentemente, manifestantes destacaram que a manutenção da emergência não é apenas uma reivindicação dos funcionários da unidade, mas uma necessidade para toda a cidade. O movimento argumenta que a existência de um hospital preparado para atender situações de urgência representa segurança para moradores, turistas e trabalhadores que circulam diariamente pela região.


A mobilização também busca sensibilizar autoridades municipais, estaduais e federais para que sejam encontradas soluções capazes de garantir a continuidade dos serviços. Os participantes defendem que a saúde pública deve ser tratada como prioridade e que qualquer redução na capacidade de atendimento hospitalar pode trazer impactos diretos para milhares de pessoas.


Nas redes sociais, moradores reforçam que a luta pela reabertura da emergência precisa contar com o apoio de toda a população angrense. Para os organizadores, a causa ultrapassa questões administrativas e representa a defesa de um serviço essencial para a preservação da vida.


“Essa é uma luta de todos os moradores de Angra dos Reis”, afirmam os integrantes do movimento, que prometem manter a mobilização até que haja uma solução definitiva para o atendimento de emergência da unidade.


A expectativa é que novas reuniões e manifestações sejam realizadas nos próximos dias, enquanto a população acompanha os desdobramentos do caso.



 
 
 

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