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Ilha Grande recebe festival de fanfarras com três dias de música, oficinas e integração cultural

  • Foto do escritor: Marcus Modesto
    Marcus Modesto
  • 1 de jun.
  • 2 min de leitura

A Vila do Abraão, na Ilha Grande, se transforma em palco de arte, música e convivência comunitária com a realização do Festival Fanfarras da Ilha Grande (FIGA) 2026. O evento, que conta com apoio da Prefeitura de Angra dos Reis, reúne atrações culturais entre os dias 29 e 31 de maio, promovendo atividades gratuitas para moradores e visitantes.


Organizado com apoio das secretarias de Cultura e Patrimônio e da Ilha Grande, o festival apresenta uma programação diversificada, que inclui cortejos musicais, apresentações de bandas, oficinas, vivências culturais e ações formativas voltadas para públicos de diferentes idades.


Bandas e coletivos musicais de vários estados brasileiros participam desta edição, levando ao público performances ao ar livre e incentivando o intercâmbio entre artistas, educadores e a comunidade local.


A secretária de Cultura e Patrimônio, Marlene Ponciano, destacou a importância do evento para o fortalecimento das manifestações culturais na região.


“O FIGA consolidou-se como um importante espaço de valorização artística e de ocupação cultural dos espaços públicos, ampliando o acesso da população à produção cultural e incentivando a participação da comunidade”, afirmou.


A abertura aconteceu com uma apresentação da banda Unidos do Swing na Escola Municipal Brigadeiro Nóbrega, seguida pelo tradicional Cortejo de Luzes pelas ruas da Vila do Abraão. A programação noturna contou ainda com batalhas musicais, apresentações rápidas de grupos convidados e uma jam session reunindo músicos participantes do festival.


Segundo a organizadora Bárbara Machado Thompson, o evento recebeu inscrições de diversas regiões do país e buscou contemplar diferentes linguagens artísticas nas atividades oferecidas ao público.


Entre as oficinas programadas estiveram atividades de dança, construção de instrumentos musicais, luthieria, práticas de musicalização, percussão e ações voltadas ao público infantil. A proposta, segundo a organização, é estimular a formação cultural e incentivar o surgimento de novos talentos na própria Ilha Grande.


No sábado, a programação foi marcada por um grande cortejo musical e uma sequência de shows com grupos como Araribrass, Breguilhas Selvagens, Bésame Mucho, Pagodão, Sambrass SP, Summer Eletro Brass, Trombloco e Unidos do Swing.


Para o secretário da Ilha Grande, Marc Olichon, iniciativas como o FIGA fortalecem a vocação turística e cultural da região.


“O festival contribui para movimentar a economia local e reforça a Ilha Grande como destino capaz de unir cultura, turismo sustentável e experiências coletivas”, ressaltou.


O encerramento das atividades foi reservado para ações conduzidas por moradores da própria ilha, reforçando a participação comunitária no evento. A programação final incluiu a vivência “Inspira, Respira e Recicla”, oficina e roda de Jongo Urbano com Mestre Jamaica das Luas, além de uma confraternização com feijoada e apresentação musical do Trio Caxadaço.


Ao longo dos três dias, o FIGA reafirmou sua proposta de democratizar o acesso à cultura, estimular a formação artística e fortalecer os laços entre visitantes, músicos e a população da Ilha Grande.



 
 
 

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