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Lula destaca papel do Rio de Janeiro e defende investimentos em educação após adesão ao Propag

  • Foto do escritor: Marcus Modesto
    Marcus Modesto
  • 22 de jun.
  • 2 min de leitura

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta segunda-feira (22) que o Rio de Janeiro continua sendo a principal referência do Brasil no cenário internacional e defendeu que os recursos liberados com a adesão do estado ao Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag) sejam direcionados para áreas estratégicas, especialmente a educação.


A declaração foi feita durante cerimônia no Palácio Guanabara que marcou a formalização da entrada do estado no programa federal de renegociação de dívidas. Segundo Lula, o Rio de Janeiro merece atenção especial por sua relevância histórica, econômica e simbólica para o país.


Durante o evento, o presidente ressaltou a importância de investir em políticas educacionais capazes de ampliar oportunidades para jovens e reduzir a influência da criminalidade sobre adolescentes em situação de vulnerabilidade. Ao comentar os planos do governo estadual para utilização dos recursos economizados com a renegociação da dívida, Lula destacou a expansão do ensino técnico e profissionalizante como uma das prioridades.


O presidente também citou o programa Pé-de-Meia, criado para incentivar a permanência dos estudantes no ensino médio, e colocou o Ministério da Educação à disposição para colaborar com projetos voltados à qualificação profissional dos jovens fluminenses.


A adesão ao Propag representa uma mudança significativa na gestão fiscal do estado. Com a entrada no programa, o Rio de Janeiro deixa o Regime de Recuperação Fiscal (RRF) e passa a contar com condições mais favoráveis para o pagamento de sua dívida junto à União.


De acordo com informações apresentadas durante a cerimônia, a nova modalidade reduz para zero a taxa real de juros da dívida estadual. A expectativa é que a medida gere uma economia bilionária nos próximos anos, ampliando a capacidade de investimento do estado em áreas como educação, saúde, saneamento e infraestrutura.


Como contrapartida, parte dos recursos economizados deverá ser aplicada em programas públicos, com destaque para a ampliação do ensino técnico integrado ao ensino médio. A iniciativa busca fortalecer a formação profissional de estudantes e ampliar as oportunidades de inserção no mercado de trabalho.





 
 
 

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