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Maricá lança programa com motos elétricas para entregadores e aposta em energia solar

  • Foto do escritor: Marcus Modesto
    Marcus Modesto
  • há 2 dias
  • 2 min de leitura

Maricá prepara uma mudança significativa na rotina dos entregadores por aplicativo. O prefeito Washington Quaquá anunciou a criação de um programa que prevê a oferta de motos elétricas e estrutura de recarga baseada em energia solar para trabalhadores do setor.


A iniciativa é voltada, principalmente, a profissionais que atuam em plataformas como o iFood e outros serviços de entrega, com foco na redução de custos e na melhoria das condições de trabalho.


Energia limpa e redução de custos


De acordo com o projeto, os entregadores cadastrados poderão receber motos elétricas e contar com a instalação de painéis solares em suas residências. A proposta é simples: gerar energia durante o dia, armazenar em baterias e utilizar na recarga dos veículos, inclusive à noite.


A medida busca diminuir gastos com combustível e energia elétrica, além de reduzir impactos ambientais. A aposta da prefeitura é alinhar geração de renda com sustentabilidade, incentivando uma transição para modelos mais limpos de mobilidade urbana.


Cadastro e foco nos trabalhadores autônomos


O cadastro já está sendo direcionado para as secretarias municipais de trânsito e transporte, com prioridade para trabalhadores que dependem diretamente das entregas como principal fonte de renda.


Durante o anúncio, Quaquá destacou a importância de políticas públicas voltadas aos profissionais da economia informal e autônoma, grupo que cresce nas cidades brasileiras. Ele citou o termo “sevirariado” para definir trabalhadores que acumulam diferentes atividades para garantir sustento.


Cooperativa e aplicativo próprio


Outro ponto do projeto é a criação de uma cooperativa de entregadores no município, acompanhada do desenvolvimento de um aplicativo próprio. A proposta é oferecer uma alternativa às grandes plataformas internacionais, com condições mais favoráveis e menor cobrança de taxas.


A iniciativa pretende fortalecer o cooperativismo e ampliar a autonomia dos trabalhadores, criando um modelo local de distribuição de renda.


Ainda sem cronograma detalhado divulgado, o programa já começa a mobilizar interessados e pode se tornar uma experiência pioneira no estado ao integrar mobilidade elétrica, energia solar e economia colaborativa em uma única política pública.




 
 
 

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