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Moradores da Colônia Santo Antônio denunciam gambiarras e falta de água no abastecimento do SAAE-BM

  • Foto do escritor: Marcus Modesto
    Marcus Modesto
  • 15 de mar.
  • 2 min de leitura

Moradores do bairro Colônia Santo Antônio, em Barra Mansa, estão revoltados com os constantes problemas no abastecimento de água e a precariedade das instalações do Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE-BM). Através das redes sociais, a população tem denunciado a falta d’água, a má qualidade do serviço e a presença de gambiarras em estruturas essenciais para o fornecimento.


Segundo os relatos, algumas famílias estão há dias sem água, enquanto outras reclamam da coloração escura e do mau cheiro do recurso que chega às torneiras.


A gente paga as contas em dia, mas o serviço não corresponde. Estamos sem água há mais de uma semana, e quando volta, vem suja. É um descaso total com quem vive aqui — desabafa uma moradora do bairro.


Estrutura precária e risco à saúde


Além da irregularidade no abastecimento, os moradores denunciam a má conservação da infraestrutura do SAAE na região. Imagens e vídeos compartilhados em grupos de mensagens mostram equipamentos sucateados, tubulações improvisadas e um cenário de abandono.


A situação aqui está precária. A estrutura é velha, cheia de remendos. Não dá para entender como um serviço essencial está nessas condições. Isso afeta a nossa saúde — relata outro morador.


A falta de manutenção e o tratamento inadequado do esgoto também preocupam. De acordo com a população, grande parte dos resíduos do bairro não é devidamente tratada, resultando em poluição do Rio Paraíba do Sul e riscos ambientais.


Cobra-se mais fiscalização


Diante da situação crítica, os moradores da Colônia Santo Antônio pedem providências urgentes por parte do SAAE-BM e da prefeitura de Barra Mansa. A principal reivindicação é a realização de obras estruturais para modernizar o sistema de abastecimento e garantir a regularidade e a qualidade da água fornecida.


Não estamos pedindo nenhum favor, só queremos um serviço digno e que respeite quem paga por ele. É um direito básico — afirma um dos moradores.


Até o momento, o SAAE-BM não se pronunciou oficialmente sobre as denúncias da população do bairro. Enquanto isso, os moradores seguem mobilizados, cobrando soluções e mais transparência na gestão do sistema de água e esgoto da cidade.


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