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Novas regras do Minha Casa, Minha Vida entram em vigor e ampliam acesso ao crédito habitacional

  • Foto do escritor: Marcus Modesto
    Marcus Modesto
  • há 21 horas
  • 2 min de leitura

Passam a valer nesta quarta-feira (22) as novas regras do Minha Casa, Minha Vida, com mudanças que ampliam o acesso ao financiamento imobiliário e atualizam os limites de renda e valores dos imóveis.


As alterações foram aprovadas pelo Conselho Curador do FGTS e fazem parte da estratégia do Governo Federal do Brasil para estimular o setor habitacional e facilitar a entrada de mais famílias no programa.


Novos limites de renda


Com a atualização, as faixas de renda ficaram definidas da seguinte forma:

• Faixa 1: até R$ 3,2 mil

• Faixa 2: até R$ 5 mil

• Faixa 3: até R$ 9,6 mil

• Faixa 4: até R$ 13 mil


A principal novidade é a ampliação das faixas superiores, permitindo que famílias com renda maior também tenham acesso a condições diferenciadas de financiamento.


Valores dos imóveis também sobem


O teto dos imóveis financiados foi reajustado. Na faixa 3, o valor máximo passa a ser de R$ 400 mil. Já na faixa 4, criada recentemente, o limite chega a R$ 600 mil.


A medida acompanha a valorização do mercado imobiliário e busca adequar o programa à realidade atual dos preços.


Recursos e impacto esperado


A ampliação será viabilizada com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço e do Fundo Social, que deve destinar cerca de R$ 31 bilhões ao programa.


De acordo com estimativas do governo, as mudanças devem beneficiar diretamente milhares de famílias:

• 87,5 mil com acesso a juros reduzidos;

• 31,3 mil novas famílias incluídas na faixa 3;

• 8,2 mil famílias contempladas na nova faixa 4.


A previsão é de impacto de aproximadamente R$ 500 milhões em subsídios e movimentação de R$ 3,6 bilhões em crédito habitacional.


Expansão do programa


Com as novas regras, o governo aposta na ampliação do alcance do programa habitacional, considerado uma das principais políticas públicas voltadas à moradia no país. A expectativa é de que as mudanças também impulsionem a construção civil e gerem novos empregos no setor.

Foto Diivulgação


 
 
 

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