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Número de pessoas vivendo nas ruas cresce e acende alerta para políticas sociais no Brasil

  • Foto do escritor: Marcus Modesto
    Marcus Modesto
  • 5 de jun.
  • 1 min de leitura

O Brasil registra atualmente mais de 388 mil pessoas em situação de rua, de acordo com informações atualizadas do Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), referentes ao mês de maio de 2026. O levantamento revela a dimensão de um problema social que tem se agravado em diversas regiões do país.


A maior concentração dessa população está no Sudeste, região que reúne a maioria dos registros nacionais. O estado de São Paulo lidera o ranking, respondendo por uma parcela expressiva do total de pessoas cadastradas sem moradia fixa.


O CadÚnico, principal ferramenta utilizada pelo governo federal para mapear famílias de baixa renda, serve de base para a elaboração de programas sociais e ações voltadas às áreas de habitação, assistência social, saúde e geração de renda.


Especialistas apontam que o aumento da população em situação de vulnerabilidade está ligado a uma combinação de fatores econômicos e sociais. Entre eles estão a dificuldade de acesso ao mercado de trabalho, o encarecimento do custo de vida, a falta de moradias acessíveis, conflitos familiares e questões relacionadas à saúde mental e ao uso abusivo de álcool e outras drogas.


Organizações que atuam no atendimento dessa população defendem a ampliação de investimentos em moradia popular, centros de acolhimento, programas de reinserção profissional e fortalecimento da rede de proteção social. Para essas entidades, o enfrentamento do problema exige ações integradas e permanentes, capazes de oferecer oportunidades de reconstrução da autonomia e da dignidade das pessoas que vivem nas ruas.





 
 
 

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