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Sem acordo no TRT, greve dos rodoviários paralisa ônibus e agrava trânsito no Centro do Rio

  • Foto do escritor: Marcus Modesto
    Marcus Modesto
  • 30 de jun.
  • 1 min de leitura

A falta de entendimento entre empresários e trabalhadores do transporte coletivo manteve a greve dos rodoviários do Rio de Janeiro nesta terça-feira (30), provocando reflexos imediatos na rotina da cidade. No Centro da capital, a paralisação interrompeu a circulação de ônibus em importantes corredores viários, gerando congestionamentos e obrigando milhares de passageiros a buscar alternativas para concluir seus deslocamentos.


Um dos principais pontos afetados foi a Avenida Presidente Antônio Carlos, onde coletivos ficaram retidos após a ação de manifestantes ligados ao movimento grevista. Com os veículos impedidos de seguir viagem, muitos passageiros precisaram desembarcar e continuar seus percursos caminhando.


A mobilização ocorreu após uma audiência realizada no Tribunal Regional do Trabalho terminar sem avanço nas negociações salariais. Durante o encontro, representantes das empresas e dos trabalhadores apresentaram propostas distintas, mas não houve consenso para encerrar o movimento.


De acordo com o Rio Ônibus, as empresas ofereceram reajuste salarial de 4,39%, percentual considerado insuficiente pelo Sindicato dos Rodoviários. A categoria reivindica aumento dividido em duas etapas, com aplicação imediata de 8% e novo reajuste de 8,3% previsto para novembro.


Além dos transtornos causados pela paralisação, o Rio Ônibus informou que veículos foram depredados durante os protestos e que motoristas teriam sido alvo de agressões. A Polícia Militar acompanhou a manifestação para garantir a segurança e a liberação das vias.


Sem acordo entre as partes, os rodoviários decidiram manter a greve e marcaram uma nova assembleia para a próxima segunda-feira (6), quando será discutido o rumo das negociações e a continuidade do movimento.






 
 
 

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