Vigilância em Saúde Ambiental de Barra Mansa intensifica ações contra o Aedes aegypti no período de chuvas
- Marcus Modesto
- 7 de jan.
- 2 min de leitura
Com o aumento das chuvas, a Vigilância em Saúde Ambiental de Barra Mansa reforça o trabalho de prevenção às doenças transmitidas por mosquitos. Integrada à Secretaria Municipal de Saúde, a equipe atua diariamente na proteção da população, com ações permanentes de monitoramento, controle e redução de riscos ambientais que impactam diretamente a saúde pública.
Neste período, as atividades são ampliadas para conter a proliferação do Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya. Entre as principais iniciativas estão as orientações à população sobre a eliminação de focos de água parada em vasos de plantas, recipientes abertos, caixas d’água sem vedação e outros locais que possam servir de criadouros.
O trabalho é executado de forma planejada ao longo de todo o ano e inclui o uso das chamadas ovitrampas, ferramentas importantes no acompanhamento do índice de infestação no município. As armadilhas consistem em recipientes escuros com água e levedo de cerveja, que atraem as fêmeas do mosquito para a postura dos ovos. As palhetas onde os ovos são depositados são recolhidas periodicamente e encaminhadas para análise em laboratório.
O método permite identificar as áreas com maior presença do vetor sem gerar novos mosquitos, já que os ovos são retirados antes da eclosão. A partir dessas informações, a Vigilância em Saúde Ambiental consegue direcionar as ações de controle de forma mais precisa e eficiente em Barra Mansa.
Segundo a veterinária e supervisora técnica da Vigilância em Saúde Ambiental, Millena Borges, o monitoramento contínuo é essencial para o sucesso das ações preventivas. “As armadilhas instaladas nas residências nos permitem identificar os locais que exigem maior atenção. Além disso, atuamos regularmente nos Pontos Estratégicos, como cemitérios, sucatas e borracharias, onde as ações de prevenção são intensificadas a cada 15 dias”, explicou.
Millena também destacou que todo o processo segue um calendário oficial estabelecido pela Secretaria de Estado de Saúde, com datas definidas para instalação, coleta e análise das armadilhas, e reforçou o alerta para os meses de fevereiro e março, quando o risco de transmissão aumenta.
A Vigilância em Saúde Ambiental de Barra Mansa segue disponível para orientações e esclarecimentos pelo telefone (24) 3512-0722.
Foto Divulgação




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