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Furlani ignora novamente o desenvolvimento regional e deixa Barra Mansa para trás

  • Foto do escritor: Marcus Modesto
    Marcus Modesto
  • 15 de mai. de 2025
  • 2 min de leitura

Enquanto prefeitos da região Sul Fluminense buscam soluções conjuntas para os desafios sociais e econômicos que afetam seus municípios, o prefeito de Barra Mansa, Luiz Furlani, mais uma vez virou as costas para o diálogo e para o futuro da cidade. Ele não compareceu à reunião realizada nesta semana, no auditório da Firjan, em Volta Redonda, que debateu os dados mais recentes do Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM). O encontro reuniu prefeitos, secretários, empresários e representantes de instituições, com foco em ações integradas para melhorar os indicadores de emprego, saúde e educação.


O índice é um termômetro confiável da qualidade de vida nos municípios. E os números de Barra Mansa, apesar de algumas melhorias pontuais, ainda refletem estagnação e falta de políticas públicas consistentes. No ranking estadual da Firjan, Barra Mansa aparece atrás de Volta Redonda, Resende, Itatiaia e Piraí, todas cidades cujos gestores estavam presentes no evento — menos Furlani.


E o mais grave: essa ausência não é um fato isolado. Também faltou à reunião em Piraí com a Light, que discutiu infraestrutura energética e planejamento estratégico regional. Foi o único prefeito da região a não comparecer. O encontro abordava um dos temas mais críticos para o setor produtivo, principalmente para atrair e manter empresas em funcionamento. A omissão de Furlani revela não só despreparo político, mas uma preocupante falta de visão administrativa.


Como cobrar avanços para a cidade se o próprio prefeito evita o diálogo com órgãos estaduais, parceiros privados e colegas de gestão? Como justificar a ausência em reuniões que tratam diretamente do futuro de Barra Mansa?


O governo Furlani tem se notabilizado pela apatia, pela falta de articulação regional e pela incapacidade de liderar projetos que conectem Barra Mansa às oportunidades do Sul Fluminense. Enquanto os vizinhos buscam soluções conjuntas, Barra Mansa segue à margem das decisões estratégicas.


Essa postura isolacionista, marcada por ausências e silêncio, compromete diretamente o presente e o futuro do município. Cada reunião perdida é uma chance desperdiçada de atrair recursos, firmar parcerias, melhorar serviços públicos e tirar a cidade do marasmo.


Luiz Furlani não pode continuar agindo como se governar Barra Mansa fosse apenas uma formalidade burocrática. Prefeito que se esconde, se omite e evita o debate não merece conduzir os destinos de uma cidade que clama por liderança e protagonismo.


Barra Mansa precisa urgentemente de um gestor que apareça, participe, represente e, acima de tudo, lute por ela.


 
 
 

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