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Reino Unido avalia restringir acesso de crianças às redes sociais

  • Foto do escritor: Marcus Modesto
    Marcus Modesto
  • 20 de jan.
  • 1 min de leitura

O governo do Reino Unido abriu, nesta segunda-feira (20), uma consulta pública para discutir o impacto das redes sociais sobre crianças e adolescentes. Entre as medidas em análise está a possibilidade de estabelecer um limite mínimo de idade para o uso dessas plataformas, além de regras mais duras sobre o uso de telefones celulares no ambiente escolar.


A iniciativa prevê a coleta e avaliação de estudos e experiências internacionais relacionadas ao tema. O objetivo é entender se a restrição ao acesso de menores às redes sociais é eficaz, quais seriam os efeitos práticos dessa medida e de que forma ela poderia ser implementada de maneira segura e funcional no país.

Como parte desse processo, autoridades britânicas planejam acompanhar de perto a experiência da Austrália, que recentemente se tornou o primeiro país a proibir o uso de redes sociais por crianças e adolescentes com menos de 16 anos. Ministros devem viajar ao país para conhecer os detalhes da legislação, os mecanismos de fiscalização e os primeiros resultados da medida.


O debate no Reino Unido ocorre em meio a uma crescente preocupação global sobre os efeitos das redes sociais na saúde mental, no desenvolvimento e na segurança de crianças e jovens, especialmente no que diz respeito à exposição a conteúdos inadequados e ao uso excessivo de telas.

Com informações Agência Brasil





 
 
 

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