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Royalties do petróleo rendem R$ 81 bilhões e reforçam protagonismo do Rio de Janeiro

  • Foto do escritor: Marcus Modesto
    Marcus Modesto
  • 22 de jan.
  • 1 min de leitura

A indústria do petróleo manteve papel central no financiamento do setor público brasileiro em 2025. Segundo dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), divulgados pelo colunista Lauro Jardim, de O Globo, a exploração petrolífera gerou R$ 81 bilhões em royalties e participações especiais ao longo do ano, recursos destinados à União, estados e municípios.


Do total arrecadado, R$ 26,2 bilhões vieram dos royalties pagos pela produção, enquanto R$ 41,8 bilhões tiveram origem nas participações especiais, cobradas de campos com elevado volume de extração ou alta rentabilidade. Essas receitas seguem como uma das principais fontes de financiamento associadas à cadeia do petróleo no país.


A maior parcela dos recursos ficou com estados e municípios, que juntos receberam R$ 48 bilhões — o equivalente a 57,7% de tudo o que foi distribuído em 2025. A União ficou com o restante, valores utilizados para custear políticas públicas e reforçar o caixa federal.


No recorte estadual, o Rio de Janeiro manteve posição dominante. O estado concentrou 85,52% de todos os royalties destinados aos governos estaduais e respondeu por 88,35% das participações especiais repassadas no período. Os números evidenciam a forte dependência fluminense da atividade petrolífera e, ao mesmo tempo, o peso estratégico do setor para as finanças públicas regionais.




 
 
 

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